Musicoterapia
Fundamentação
Ao envelhecer, todas as experiências e comportamentos são influenciados por processos bio - Psicológicos. Processos ligados a modificações sensoriais, motoras e conceptuais. Há mudanças na forma da atenção, concentração, memorização, criatividade. (Santos, Fernanda 2000).
Uma das pioneiras da musicoterapia, Alvin (1967), definiu-a como “o uso dosificado da música no tratamento, educação e adestramento de adultos e jovens que padecem de transtornos físicos, mentais e emocionais”.
Na mesma linha, a Faculdade de Ciências de Recuperação da Universidade do Museu Social Argentino define-a como “um ramo da medicina recuperativa, que mediante a música se ocupa de co-ajudar na recuperação orgânica, espiritual e emocional de pessoas com diversas problemáticas.”
É neste sentido que a musicoterapia tenta proporcionar melhorias, ou pelo menos manter os seniores activos, quer a nível físico, quer mental.
Ao entoar melodias antigas estão a recorrer à memória, atenção e concentração. A actividade passa pela interpretação de diversos temas musicais, desde música popular portuguesa, passando pela música infantil, assim como outros temas mais actuais.
Objectivos
- Desenvolver a musicalidade de cada participante;
- Proporcionar momentos de boa disposição e lazer;
- Aumentar a auto – estima de cada um;
- Explorar a voz e o corpo como meio condutor da música;
- Estreitar as relações de afectividade;
- Proporcionar o bem – estar físico e mental;
- Vivenciar novas melodias assim como recordar tempos antigos;
- Expressar e comunicar os sentimentos.
Estratégias
- Realizar diferentes tipos de instrumentos (Piano, teclado, viola, outros);
- Realizar actividades intergeracionais.
Calendarização
Esta actividade é realizada uma vez por semana.
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